Muitas mulheres dentro de uma mesma mulher!

Desde que me conheço por gente – desde os 8 anos – estou rodeada de mulheres numa proporção maior do que homens. Afinal, somos maioria! As estatísticas brasileiras confirmam a prevalência de mulheres, inclusive ocupando mais o mercado de trabalho do que os homens. Mas, minha percepção vai além, na maneira como nós mulheres ocupamos estes espaços.

Nos juntamos por afinidades e geramos um “barulho” no entorno, que muitas vezes assusta os homens. Somos mais emocionais, e onde tem mais emoção encontramos mais movimento. Isto não é achismo, a ressonância magnética funcional, comprova uma atividade maior na área do cérebro conhecida como sistema límbico ou cérebro emocional.

Mas… mais movimento, não significa muito barulho e pouca chuva, não!

Somos muito produtivas! Tudo bem, que às vezes nos perdemos com tanta emoção e a chamada para exercer muitos papéis, mas voltamos a nos encontrar. É bom ter por perto uma terapeuta ou mentora, ou aquela amiga mais “cabeça”.

Durante minha jornada como Psicóloga e mais recentemente como Personal Organizer observei este “barulho” feminino. Quando fui professora de Faculdade da Terceira Idade, a maioria? Mulheres. E nas comemorações com baile, nenhum problema em dançar mulher com mulher, o que valia era a diversão!

E por falar em baile, fui fazer dança de salão e adivinhe,  a maioria?  Mulheres. E se queríamos aprender a dançar… revezávamos os poucos homens e treinávamos entre nós mesmas.

No consultório de psicologia, no público de palestras, nos grupos de aprimoramento pessoal, nas aulas de pós- graduação? A maioria mulheres com o seu falar, indagar, narrar, ouvir, sorrir… e deixar perfume no ar. Como dizia Coco Chanel, “uma mulher que não usa perfume não tem futuro”.

Então, vou assumindo que o universo feminino é mais “barulhento” e precisa se expressar, e ofereço serviços especialmente estruturados para as mulheres. O mais recente está na parceria com o Empreendedorismo Rosa, lá encontro um grupo de mulheres que querem fazer a vida acontecer, que se apoiam mutuamente num interesse genuíno de aprimoramento pessoal e profissional.

A vida é dinâmica, não existe garantia de estabilidade, mas podemos lidar com as frustrações sem que elas nos despersonalize. Ou talvez, para não se despersonalizar precisemos sempre nos reinventar. São muitas mulheres dentro de uma mesma mulher!

 

 

 

 

 

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